“Porque os meus olhos já viram a tua salvação” (Lucas 2.30)
Essas palavras fazem parte da letra de uma canção de um homem já idoso, chamado Simeão, que teve o grande privilégio de pegar no colo o menino Jesus quando este foi levado por seus pais ao templo.
A passagem bíblica do Evangelho de Lucas relata que Simeão era um homem justo e piedoso que tinha esperança quanto ao consolo de Israel. Consolo que dizia a respeito das promessas da vinda do messias que traria paz e salvação ao povo.
Ao ver aquela criança e toma-la em seus braços, Simeão, movido pelo Espírito Santo canta uma bela canção de louvor a Deus por reconhecer que em seus braços estava o menino que traria a tão grande salvação. E sua alegria é tão grande, que ele canta que já poderia morrer, pois, os seus olhos já tinham visto a salvação do Senhor.
Essas belas palavras revelam a essência do real significado do natal, bem distante e diferente de todas as luzes e badalações do natal que se vê nos dias de hoje. Na verdade, o problema não está necessariamente, nos presentes, árvores natalinas, comidas, roupas, festas, luzes e tudo mais, mas sim, na falta de visibilidade do real sentido do natal, os acessórios se tornam partes fundamentais quando não se conhece de fato o essencial.
O natal significa o nascimento de Jesus, até aí tudo bem! Todos parecem saber disso. No entanto, quem é Jesus? O que Ele fez? O que representa? O que Ele tem a ver comigo? São algumas das questões fundamentais para visualizarmos o natal com o mesmo olhar do velho Simeão.
Simeão entendia que havia uma necessidade de salvação, (... viram a tua salvação) isso porque via a condição do homem como pecador, sem paz, sem vida e necessitando de uma grande salvação. Simeão também percebia que a salvação vem de Deus, (... a Tua salvação) ela não é encontrada na horizontalidade da vida, mas sim, na verticalização da graça de Deus que desce do céu na forma do Deus encarnando para realizar a redenção, buscando e salvando o que se havia perdido.
Simeão enxergou aquela criança com uma visão integral, ou seja, ele viu o cumprimento da profecia anunciada há tantos anos, ele viu também a cruz, o sofrimento de Jesus (versos 35) ele não teve uma visão meramente romântica e parcial do nascimento de Cristo como muitos apresentam hoje no natal.
É preciso ter olhos para enxergar a essência do natal. O melhor presente que podemos receber é sem dúvida, poder olhar para o menino da manjedoura com os olhos de Simeão. Não se pode compreender o natal vendo apenas a estrela de Belém, os três magos, os presentes, a manjedoura. É preciso (mesmo que seja incômodo!) ver o a pobreza de Jesus, sendo Ele o próprio Deus, as zombarias, os escárnios, os açoites, a coroa de espinho, o suor de sangue, a cruz...Para por fim, enxergar a ressurreição, a subida aos céus, seu assentar à direita,... Sua volta em glória. Compreender o natal exige uma visão integral da obra de Deus em Cristo.
Concluo lembrando que Simeão era um homem dirigido pelo Espírito Santo e que esperava na Palavra. A Bíblia é a revelação de Deus, o Espírito Santo, autor dela, é Ele quem nos ilumina os olhos para enxergarmos com entendimento. Busquemos, pois a visualização da essência do natal através da Palavra que é “lâmpada para os nossos pés e luz para os nossos caminhos”.
Nele, que deu a si próprio como presente da graça e a maior expressão de amor: Jesus.
Fábio Maia
Essas palavras fazem parte da letra de uma canção de um homem já idoso, chamado Simeão, que teve o grande privilégio de pegar no colo o menino Jesus quando este foi levado por seus pais ao templo.
A passagem bíblica do Evangelho de Lucas relata que Simeão era um homem justo e piedoso que tinha esperança quanto ao consolo de Israel. Consolo que dizia a respeito das promessas da vinda do messias que traria paz e salvação ao povo.
Ao ver aquela criança e toma-la em seus braços, Simeão, movido pelo Espírito Santo canta uma bela canção de louvor a Deus por reconhecer que em seus braços estava o menino que traria a tão grande salvação. E sua alegria é tão grande, que ele canta que já poderia morrer, pois, os seus olhos já tinham visto a salvação do Senhor.
Essas belas palavras revelam a essência do real significado do natal, bem distante e diferente de todas as luzes e badalações do natal que se vê nos dias de hoje. Na verdade, o problema não está necessariamente, nos presentes, árvores natalinas, comidas, roupas, festas, luzes e tudo mais, mas sim, na falta de visibilidade do real sentido do natal, os acessórios se tornam partes fundamentais quando não se conhece de fato o essencial.
O natal significa o nascimento de Jesus, até aí tudo bem! Todos parecem saber disso. No entanto, quem é Jesus? O que Ele fez? O que representa? O que Ele tem a ver comigo? São algumas das questões fundamentais para visualizarmos o natal com o mesmo olhar do velho Simeão.
Simeão entendia que havia uma necessidade de salvação, (... viram a tua salvação) isso porque via a condição do homem como pecador, sem paz, sem vida e necessitando de uma grande salvação. Simeão também percebia que a salvação vem de Deus, (... a Tua salvação) ela não é encontrada na horizontalidade da vida, mas sim, na verticalização da graça de Deus que desce do céu na forma do Deus encarnando para realizar a redenção, buscando e salvando o que se havia perdido.
Simeão enxergou aquela criança com uma visão integral, ou seja, ele viu o cumprimento da profecia anunciada há tantos anos, ele viu também a cruz, o sofrimento de Jesus (versos 35) ele não teve uma visão meramente romântica e parcial do nascimento de Cristo como muitos apresentam hoje no natal.
É preciso ter olhos para enxergar a essência do natal. O melhor presente que podemos receber é sem dúvida, poder olhar para o menino da manjedoura com os olhos de Simeão. Não se pode compreender o natal vendo apenas a estrela de Belém, os três magos, os presentes, a manjedoura. É preciso (mesmo que seja incômodo!) ver o a pobreza de Jesus, sendo Ele o próprio Deus, as zombarias, os escárnios, os açoites, a coroa de espinho, o suor de sangue, a cruz...Para por fim, enxergar a ressurreição, a subida aos céus, seu assentar à direita,... Sua volta em glória. Compreender o natal exige uma visão integral da obra de Deus em Cristo.
Concluo lembrando que Simeão era um homem dirigido pelo Espírito Santo e que esperava na Palavra. A Bíblia é a revelação de Deus, o Espírito Santo, autor dela, é Ele quem nos ilumina os olhos para enxergarmos com entendimento. Busquemos, pois a visualização da essência do natal através da Palavra que é “lâmpada para os nossos pés e luz para os nossos caminhos”.
Nele, que deu a si próprio como presente da graça e a maior expressão de amor: Jesus.
Fábio Maia


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